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Aprendizagem em memórias

Quanto antes melhor – Olhando para o espelho

Este é o primeiro capítulo da nova cartilha da Psicopedagogia

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em

Gramado Presentes

Cidade grande, novidades a todo instante. Celular sobre a mesa, fone de ouvido, computador, tecnologia na ponta dos dedos, quase que uma “segunda pele”. Dentre estes e outros fatores, alguns pais não conseguem mais “ouvir” os filhos. O fone de ouvido não permite, o celular impede, o computador “acusa a agenda” sobrecarregada da semana. Enquanto isto, os filhos que necessitam de um “olhar mais atento” passam pela vida e quando os pais se dão conta, poderiam ter sido evitadas muitas dificuldades. Mas por qual motivo isto acontece?

Psicopedagogia participando de um “Happy Hour” no Psicopedagogos Bar, encontrou um Bar Man que lhe informou que muitos “problemas” de aprendizagem, se fossem percebidos bem no início do desenvolvimento infantil, poderiam tornar o aprendizado bem diferente, mais proveitoso. Então, começou a investigar o motivo do “Quanto antes melhor”, não ser logo colocado em prática no dia a dia dos estudantes com dificuldades na aprendizagem. E após refletir, pensou no “espelho”.

Institucional

É muito conhecida a história da Rainha Má e a Branca de Neve. “Espelho, espelho meu, haverá alguém mais bela do que eu? Sim! Branca de Neve”. Neste caso, a Rainha Má desenvolveu um “ódio feroz” contra Branca de Neve. E Psicopedagogia pensou que talvez, uma hipótese, pudesse ser o receio dos pais se olharem no espelho. O que acontece quando se olha no espelho? Se vê algo que talvez não quisesse ter visto. Uma “ruguinha…”, um “cabelo branco”, uma “flacidez da pele”, enfim, alguma coisa que não agradaria ver. Por isto muitos não gostam de olhar para o espelho. Psicopedagogia tinha uma súdita conhecida como “Vó Luiza” que não gostava de ver suas fotos já idosa. Ela dizia: esta não sou eu! Ou seja, viu algo que não gostaria de ter visto.

O espelho revela o que os meus olhos não me enxergam no dia a dia. Psicopedagogia resolveu então encontrar pais dispostos a “olhar para o espelho”. Mas, deveriam ser pais que tivessem filhos com dificuldade na aprendizagem. Procurando de casa em casa encontrou um casal, João e Maria, que se dispuseram a colaborar com o “experimento”. Conversa vai, conversa vem, o casal disse estar pensativo sobre o que iria acontecer. “Nada demais”, respondeu Psicopedagogia. “Apenas vocês precisarão olhar para um espelho”. Ao dizer isto, os “olhos do casal saltaram” se abrindo em forma de espanto. “Olhar para um espelho?” “Sim. Algum problema?” “Não, é que não gostamos muito de espelhos… eles nos fazem ver nossos “defeitos”.” “Como assim, defeito? Físico? Emocional? Espiritual? De Aprendizagem?” “Isto, nossos defeitos de aprendizagem. Nunca fomos bons alunos, nem eu e nem ele”, respondeu Maria. “Aliás”, continuou ela, “nosso filho também não é um bom aluno, tem muitas dificuldades para aprender, igual a gente”. “Querem desistir do experimento?” “Não, na verdade, estamos é com medo”. Aí, Psicopedagogia disse que iria dar uma saidinha e já voltava.

O Medo é uma das emoções mais difíceis de se lidar quando o assunto é aprendizagem. Alguns pais, igual a João e Maria, tem medo de olhar no espelho e ver que a jornada de aprendizagem que tiveram poderia ter sido melhor se fossem orientados por alguém com um olhar mais atencioso, neste caso um Psicopedagogo. E por causa do medo, esse casal “fechou os olhos” para a aprendizagem do filho e somente quando já maiorzinho viram que o filho era “igual aos pais” na aprendizagem. E aí surge a culpa, mas este assunto é para o terceiro capítulo da Cartilha “Quanto antes melhor”.

Psicopedagogia retornou ao local onde estava o casal e disse a João e Maria que o medo faz parte da vida das pessoas, e é muito comum encontrar pais que não querem “ver” sobre o aprendizado dos filhos, porque não querem olhar no espelho e ver que também tiveram, e ainda têm, dificuldades em aprender.

João e Maria derramaram uma lágrima pelo rosto como em sinal de “arrependimento” por não terem olhado antes no espelho. “Mas o que fazer agora?” João e Maria estavam chocados com tudo aquilo. “Bem, agora é lentamente ir “olhando no espelho”, todos os dias, não por muito tempo, para poderem ver não o que deixaram de fazer, mas o que podem fazer para que o filho, agora estudante maiorzinho, possa superar os obstáculos da aprendizagem”. Todos os dias, durante uma hora, Psicopedagogia encontrava-se com João e Maria e colocava o espelho em frente a eles e perguntava sobre o que vim, em relação a aprendizagem. Eles respondiam que viam muitas dificuldades e timidez por não serem iguais “aos outros”, que tinham tanta facilidade. Aos poucos, João e Maria foram se convencendo de que o importante é olhar no espelho para avançar e não para se intimidar. Passado algum tempo, o casal conseguiu ajudar mais o filho, tudo por causa da coragem. E sobre coragem trataremos no segundo capítulo da cartilha “Quantos antes melhor – Coragem para mudar”.

LS Estofados
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