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Aprendizagem em memórias

O “frio” pegou Psicopedagogia?

Não tenha receio de colaborar com o despertar

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Certo Imóveis

Era tarde, Psicopedagogia já estava se recolhendo para o descanso noturno quando percebeu que o frio estava cada vez mais intenso. Olhou pela janela e percebeu que o clima estava ficando cada vez mais frio…Psicopedagogia não é “muito de frio”, mas há momentos em que até gosta de um clima menos quente, para degustar o seu chimarrão, chocolate quente, algumas cobertas, um bom filme. E foi neste clima de “friozinho” que resolveu deitar-se porque o dia de amanhã viria com muitas novidades.

Por volta da madrugada, convivendo com as cobertas e o frio intenso, veio o “sono profundo” e com ele um sonho. Psicopedagogia estava caminhando pela floresta do seu Reino Encantado, que agora não estava mais presente, e percebeu que o Ambiente de Aprendizagem de um dos vilarejos estava completamente em desarmonia. Gritos, alunos fora do local da aprendizagem, estudantes nas ruas, tudo em polvorosa… Então, disse consigo: isto não é problema meu, é problema deles! Sonhou o mesmo sonho em locais diferentes por três, isto mesmo, três vezes.

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Ao acordar pela manhã, logo de imediato o sonho lhe veio à lembrança e a frase que não deixava de ecoar em sua mente: isto não é problema meu. Psicopedagogia fez sua higiene pessoal com a frase “martelando” na cabeça, tomou seu café e a frase continuava incomodando.

Psicopedagogia saiu para suas atividades rotineiras de trabalho, indo atender a um chamado em um local distante, era a primeira vez que se dirigia a este Ambiente de Aprendizagem. Acionou o GPS e se foi para seu atendimento. Dirigiu por vários quilômetros e percebeu que estava próximo do local e observando a paisagem, ficou intrigada achando que já estivera ali. Quanto mais se aproximava, mais familiar lhe parecia o local, até que num “estalar” de dedos, lembrou-se de que era a mesma paisagem do seu sonho. Parou o carro e observou o Ambiente de Aprendizagem a frente e a cena era a mesma: gritos, alunos fora e estudantes na rua, e pensou “isto é problema meu”!

Ao chegar ao Ambiente de Aprendizagem, dirigiu-se até os responsáveis se apresentando e logo houve uma recepção calorosa e ouviu que os alunos haviam sido “liberados” porque logo haveria a palestra tão esperada: “Como aquecer o coração do estudante no Ambiente de Aprendizagem?” Se dirigindo ao local onde falaria aos alunos, percorrendo os corredores, Psicopedagogia observou o ambiente e um “frio” que pairava sobre o local. Como se ninguém se importasse, mas não era verdade o “sentimento” porque haviam pessoas que desejavam o melhor para aquele Ambiente de Aprendizagem.

No horário marcado e no local designado, com o auditório cheio de “olhares curiosos”, Psicopedagogia iniciou com uma pergunta: quantos aqui sentem frio? Todos acharam estranho, sorriram e se perguntaram o motivo da pergunta. E Psicopedagogia continuou dizendo que viera naquele local, na noite anterior para visita-los, e contou como foi o seu sonho. E ao final disse: uma frase do sonho não deixou a minha mente: isto não é problema meu! Mas o que é problema meu? Eu e você!

Ao fazer parte de um Ambiente onde a urgência é transmitir, desvendar, encaminhar, acompanhar, permitir a descoberta do conhecimento, todos são responsáveis. Não é possível dizer a frase “não é problema meu”, quando todos estão envolvidos num só propósito: melhorar o Ambiente de Aprendizagem. Ao terminar a palestra houve uma pergunta que levou consigo ao retornar para sua casa. Perguntaram o seguinte: Como saber se um problema é ou não meu? E a resposta foi quase que imediata “quando me coloco na posição do outro”. Quando “sinto a dor do outro”, quando percebo o que é possível fazer “pelo outro”.

Retornando, contente com o encontro e tudo o que nele acontecera, a frase que agora “martelava” sua cabeça era “se coloque sempre na posição do outro”. E é isto que Psicopedagogia faz por aqueles que se achegam, se coloca na posição do outro com um objetivo final: fazer com que o outro desperte todo o seu potencial de aprendizagem. Não tenha receio de colaborar com o despertar, se preocupe se o “frio lhe congelar” o desejo de ao outro ajudar.

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