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Psicoterapia Integral

Convivendo com o medo

Paralelamente à psicoterapia, associo a Ventosaterapia, reflexologia podal e florais. Isso tudo auxilia no tratamento das fobias

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Medo, uma palavra pequena mas com um significado tão grande. As pessoas de todas as classes sociais e culturas, em algum momento, já o sentiram. Raramente ouvimos alguém dizer que nunca o sentiu. Instintivamente ele pode ser um amigo e nos preservar a vida. O mais interessante de tudo é que ele é real e não adianta negá-lo, por isso, conhece-lo é a melhor alternativa para lidar com ele.

Antes de falarmos sobre os aspectos mais negativos do medo, precisamos falar dos aspectos positivos. Pode parecer estranho afirmarmos que o medo tenha um aspecto positivo, mas ele possui, sim. O medo é considerado, pela psicologia, como um dos fatores que auxiliam a preservação da vida e da nossa espécie. É um sentimento com o qual convivemos desde o início dos tempos. O medo nos impõe limites e faz com que pensemos duas vezes antes de realizarmos uma ação que nos coloque em risco. Costumo dizer o seguinte: raramente você fica sabendo que alguém que tem medo de água morreu afogado. Isso, porque os que têm medo de água geralmente ficam a margem. Os “corajosos e valentes” se arriscam em águas profundas, o que faz deles vítimas de si mesmos.

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O ser humano não é dotado apenas de cinco sentidos (audição, olfato, visão, tato e paladar). Existe em cada um de nós, o que eu prefiro chamar e “impressão”, que para cada pessoa se manifesta de maneira diferente. É como se alguma coisa nos alertasse. Essa impressão é parte do que chamamos de Pantomnésia Coletiva ou Inconsciente Coletivo, que nos alerta e nos deixa atentos. Concluindo: Nem todo medo é ruim. Existem situações em que sentimos medo e que tem por objetivo a preservação da nossa vida.

Como todo sentimento, ele acontece em nosso corpo, o medo provoca várias reações internas e externas. Ele nos mantêm em estado de alerta. Esse estado de alerta, por sua vez, faz com que o corpo produza uma série de hormônios que podem ser sentidos pelo olfato dos animais. O medo pode ser real ou imaginário e independente de sua origem ele irá causar reações diversas em nosso organismo. Em uma situação de perigo a Amigdala Cerebral aciona as glândulas supra renais. Elas produzem cortisol e adrenalina em maior escala. Essas duas substâncias geram uma reação em cadeia, não necessariamente sequencial. O pensamento fica confuso, a visão turva, circulação periférica diminui, o coração acelera, a respiração fica ofegante, a temperatura interna aumenta, o corpo começa a “gastar mais energia vital”. Quando o medo é implantado, nossa tendência é reagir irracionalmente. Todo esse conjunto de sintomas são aspectos negativos do medo que interferem diretamente na saúde de nosso corpo. Por isso, ele é um sentimento primitivo. Em termos gerais, o ser humano nasce programado para sentir dois medos: o medo de barulho e o medo de altura (queda). Todos os demais medos são adquiridos e veremos isso mais adiante. Conhece-los de maneira científica desmistifica seu caráter sobrenatural.

Independente da nossa tradição religiosa, nossa tendência natural é “demonizarmos” o medo. É mais fácil dizermos que o medo é fruto do “diabo” (uma terceira pessoa) do que compreendermos e racionalizarmos o medo como algo pertencente a humanidade. Como falamos anteriormente, toda carga energética que o corpo recebe, é capaz de produzir alucinações temporárias durante crises de medo e pânico. Cada um, segundo sua tradição religiosa, vai ter seus medos conforme o que recebeu como doutrinação. De maneira que um cristão poderá dizer que viu um demônio, enquanto outra pessoa, que acredite mais no folclore, diga que tenha visto um lobisomem. Se olhamos para o Evangelho, em certa ocasião os discípulos viram Jesus e pensaram que era um fantasma. É lógico que o inconsciente coletivo judaico, associado com a tempestade e altas ondas fizeram homens feitos, terem um medo infantil. Aliás, essa é uma realidade, em estado de tensão. Nossa “criança interior” desperta e aquilo que não é comum a adultos passa a nos assombrar.

O fato é que o medo pode se tornar uma fobia e até mesmo TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Quando essa realidade se instala, ele se tornou doença. Em outras palavras, o medo deixou de ser algo da naturalidade e passou a ser patológico, paralisador e limitador da vida. Medos assim, precisam de tratamento especializado com psicoterapia e em casos graves até remédios.

Gostaria de lembrar alguns tipos de medo: Acrofobia: medo de altura. Amaxofobia: medo de dirigir ou de estar em um veículo. Agorafobia: medo de espaços abertos ou com multidões. Aracnofobia: medo de aranhas. Batofobia: medo de profundidade. Catastrofobia: medo de catástrofes e aspectos ambientais. Claustrofobia: medo de lugares fechados. Coulrofobia: Medo de palhaço. Filemafobia: medo de beijar e ser beijado. Filofobia: medo de se apaixonar. Fobia social: medo de pessoas e da exposição. Gamofobia: medo de casar, de ter relacionamentos. Glossofobia: medo de falar em público. Hematofobia: medo de sangue, injeções e feridas. Hipocondria: medo imaginário de contrair doenças. Monofobia: medo de ficar sozinho. Nictofobia: medo da noite ou do escuro. Odontofobia: medo de dentista ou tratamento dentário. Sofofobia: medo de estudo e de aprender coisas novas. Tanatofobia: medo da morte. Zoofobia: medo de animais. Independente do medo que esteja instalado, necessitamos descobrir a causa e origem e tratar de maneira adequada.

Eu tenho atendido, no processo terapêutico, várias pessoas com medos e fobias, e com técnicas diversas, e que se enquadram em cada caso, temos obtido sucesso no decorrer das sessões. Paralelamente a psicoterapia, tenho associado a Ventosaterapia, reflexologia podal e florais, o que auxilia, em muitos casos, no tratamento das fobias acima mencionadas.
Agende sua sessão: (45) 99933-9516.

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