Policial e Trânsito
Homem finge ser policial federal, arruma confusão em conveniência e é preso em Marechal Cândido Rondon
Ele estava embriagado e faz uso de medicamentos controlados.
Em data de 5 de maio de 2026, por volta das 22 horas, uma equipe policial foi acionada,
conforme solicitação via Central, para atendimento de ocorrência de ameaça em uma
conveniência localizada na Avenida Írio Jacob Welp, local em que um indivíduo
embriagado estaria alegando ser Policial Federal e estaria perturbando os que ali
estavam presentes.
Equipe no local foi recebida pelo suposto Policial Federal, o qual alegou que foi agredido por uma senhora, o mesmo alegava a todo instante que era Policial Federal vindo de Curitiba e que parou na conveniência porque ali estavam dois jovens que estariam utilizando drogas, também disse que foi agredido pela senhora, pois o mesmo teria visto a filha desta, uma menor em companhia de outros jovens, e que estes estariam fazendo o uso de drogas.
Ressalta-se que o suposto policial apresentava sinais evidentes de embriaguez, além de ter mencionado que faz uso de remédio controlado. Em conversa com a menor, esta disse que na noite de hoje foi até a conveniência para comprar um refrigerante, momento em que foi abordada, salienta-se que ambos não se conhecem, a menor disse que o homem a intimidou e a ameaçou, colocando a mão nas costas, fazendo menção de que estaria armado e dizendo a todo instante que era Policial Federal.
Nesse instante passava pelo local um amigo da menor, a mesma então o chamou para que viesse ajudá-la, o homem então passou a ameaçar os dois, porém não encostou na menor, mas a todo instante esta sentia-se intimidada e ameaçada, de modo que, após alguns instantes, o suposto Policial Federal mencionou que ela e o amigo deveriam sair correndo e que ele daria um tempo para isso. Nesse instante a menor correu para casa e pediu ajuda da mãe, a qual retornou na conveniência e acabou entrando em vias de fato com o autor, que foi para cima da mulher, a qual foi se defender, causando pequenas lesões no rosto e nas mãos do homem.
No instante em que a equipe fazia a averiguação dos fatos, houve a chegada da viatura do CPU. Enquanto se fazia a averiguação dos fatos com o suposto policial, este caminhou até a direção da mulher, não respeitando a ordem da policial de ficar ali, sendo necessário o uso de força moderada para contê-lo. Nesse instante houve a ajuda da outra equipe policial CPU, sendo necessário o uso de algemas, tais fatos desencadearam a desobediência e a resistência.
Para a equipe policial, a todo instante o homem mencionava ser Policial Federal, após consulta em sistemas de base, foi constatado que o mesmo não trata-se de servidor público federal e de que exerce a profissão de dentista, desencadeando a usurpação de função pública. O autor foi encaminhado no camburão da viatura. A mãe e a menor foram de meios próprios para a Delegacia. O Boletim de ocorrência foi confeccionado e encaminhado para a 47 DRP para apreciação da autoridade policial de plantão.




