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Rodovias paranaenses ficam sem pedágio a partir desta semana até o final de 2022; deputado Sérgio Souza fala sobre o projeto

Esse adiamento da nova concessão vai liberar 3,3 mil quilômetros de estradas no próximo ano

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Haverá uma lacuna de um ano entre a administradora atual e a próxima (Foto: Pixabay)
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A Justiça Federal do Paraná proibiu o governo do Estado de renovar, sem licitação, os contratos de concessão com as atuais empresas que exploram o pedágio. 

Do próximo domingo (28) até o terceiro trimestre de 2022, as pessoas que percorrerem as rodovias paranaenses não pagarão pedágio. Isto acontece porque chegou ao final o tempo de gestão da atual concessionária da rodovia, que tinha contrato desde 1997. A nova administradora só tomará posse no final de 2022.

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Hoje, em alguns trechos das rodovias do Paraná, o valor dos pedágios chega a R$ 26,00 por carro.

A nova administradora só tomará posse ao final de 2022 com uma decisão da Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT.

Esse adiamento da nova concessão vai liberar 3,3 mil quilômetros de estradas no próximo ano.

O deputado federal Sérgio Souza foi relator da Lei Federal 13.448/2017 que proibiu a renovação.

“Colocamos um dispositivo que proíbe a renovação dos contratos de concessões de rodovias da década de 90, que têm os pedágios mais caros do Brasil e um dos mais caros do mundo. O dispositivo diz que só é permitida a prorrogação se houver a previsão expressa no contrato original ou no edital de licitação original. Isso, na prática, engessará toda e qualquer prorrogação do Anel de Integração no Paraná”, explicou.

Parlamentares da oposição tentaram retirar a proposta da pauta de votação do plenário da Câmara dos Deputados, mas foram derrotados por 202 votos contra 68.

Com as novas administradoras, as tarifas de pedágio devem ser reduzidas em até 50%. Além disso, devem ser realizadas novas obras.

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