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Conselho de Ética arquiva processo de quebra de decoro parlamentar contra o vereador Renato Freitas em Curitiba

Por cinco votos a um, o Conselho de Ética da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) decidiu, nesta segunda-feira (18), pelo arquivamento do Processo Ético Disciplinar aberto contra o vereador Renato Freitas (PT), em uma possível quebra de decoro parlamentar. O pedido de cassação foi aberto pelos parlamentares da chamada “bancada evangélica” da Casa

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|Foto: Rodrigo Fonseca/CMC|
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Os desentendimentos entre a bancada evangélica e o vereador Renato Freitas (PT) começaram na sessão virtual do dia 10 de fevereiro, quando Ezequias Barros defendeu as comunidades terapêuticas ligadas às igrejas e criticou o PT e PSOL por, na Câmara Federal, tentarem impedir o funcionamento deste tipo de comunidade.

Freitas rebateu o pronunciamento e entre as ofensas relatadas na representação teria chamado os vereadores de “pastores trambiqueiros” e afirmado que a crise é positiva para as lideranças religiosas, porque gera “pessoas desesperadas” e “sem esperança de vida” que passam a frequentar os templos, por isso, os pastores seriam contrários às políticas públicas de assistência social. 

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As discussões continuaram no dia 17 de fevereiro e ainda em abril, os parlamentares afirmaram que Renato Freitas voltou a criticar a bancada em mensagens no youtube.

Os autores da denúncia – Ezequias Barros (PMB), Sargento Tânia Guerreiro (PSL), Osias Moraes (Republicanos) e Pastor Marciano Alves (Republicanos) – alegaram violação de cinco artigos do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Casa por “ofensas discriminatórias”, “ofensas morais e à dignidade”, “intolerância religiosa” e “quebra de decoro”.

A corregedora da CMC, Amália Tortato (Novo), reduziu o escopo da acusação às manifestações de Renato Freitas no YouTube, afastando outras falas citadas pelos denunciantes, nas sessões plenárias dos dias 10 e 17 de fevereiro, e em vídeo divulgado no canal próprio de Freitas no YouTube no dia 5 de abril.

Em voto separado, o vereador Eder Borges (PSD) chegou a pedir a pena de censura pública a Renato Freitas.

A vereadora Indiara Barbosa (Novo), que votou pelo arquivamento, afirmou que já presenciou muitos vereadores ofendendo outros e o único a ser julgado pelo Conselho de Ética foi Renato Freitas.

Com informações de CBN Curitiba

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