Policial e Trânsito
Rondonense está na lista da Interpol ao lado de paranaenses procurados por crimes graves
Morador de Marechal Rondon aparece em difusão vermelha junto a suspeitos de homicídio, tráfico internacional e estupro
Paranaenses investigados por crimes graves como homicídio, feminicídio, estupro de vulnerável, tráfico internacional de drogas e participação em organização criminosa estão na lista de Difusão Vermelha da Interpol.
Entre os nomes divulgados, chama atenção o de um rondonense. Trata-se de Anito Jungklaus, natural de Marechal Cândido Rondon, que é procurado pela Justiça brasileira pelo crime de homicídio.
A lista também inclui outros investigados de diferentes regiões do Paraná. Entre eles está Bruno Alencar Wachekoswski, natural de Laranjeiras do Sul, procurado pelo Suriname por envolvimento com organização criminosa e tráfico internacional de cocaína. Conforme os registros, ele é investigado por atuar na importação, exportação, transporte e promoção do tráfico de drogas.
Outro nome da mesma cidade é Elton Clei Brusnicki, que responde por homicídio qualificado e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. Já o ex-policial militar Andrei Castelli, de Salto do Lontra, é procurado por duplo homicídio qualificado e fraude processual, tendo sido condenado a mais de 30 anos de prisão.
Também figuram na lista Gabriel Lopes da Silva Santos, de São Sebastião da Amoreira, investigado por estupro de vulnerável; Odair Mass, de Quedas do Iguaçu, procurado por feminicídio; e Rosirene Vieira, natural de Campo Mourão, investigada por tráfico internacional de drogas.
Completam a relação Amadeu da Costa Filho, de Jardim Alegre, investigado por organização criminosa; Renan Braian Garcia Presotto, de Londrina, por organização criminosa e posse ilegal de arma; Nicolas Eduardo dos Santos, procurado pela Bolívia por assassinato; e José Dias Anacleto, de Capitão Leônidas Marques, investigado por estupro de vulnerável.
A chamada Difusão Vermelha da Interpol funciona como um alerta internacional para localização e possível prisão de foragidos. O mecanismo permite a cooperação entre forças policiais de diversos países, ampliando as chances de captura de suspeitos que estejam fora do território onde cometeram os crimes.
As autoridades destacam que a inclusão na lista não representa condenação definitiva, mas indica que os indivíduos são procurados pela Justiça e podem ser presos a qualquer momento, caso localizados.




