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Mistério: Sexta-feira 13 tem “aparição” em Marechal Cândido Rondon: Veja o vídeo
Quando o relógio bateu 23h30, ele saiu da toca
A meia-noite se aproximava. O vento soprava diferente em Marechal Cândido Rondon. Era sexta-feira 13, aquela data que faz até o mais cético dos rondonenses evitar passar debaixo de escada ou desconfiar de qualquer gato preto pelo caminho.
Mas, às 23h30, o “perigo” não veio das sombras sobrenaturais. Veio… do asfalto.
Um vulto pequeno e encouraçado foi visto cruzando a Rua Cabral, esquina com a Rua Rio de Janeiro, em frente ao antigo Hospital Rondon, hoje integrado à rede Humana Saúde, com uma confiança que muitos de nós não temos nem em dia de pagamento. Não era fantasma. Não era lobisomem em dieta. Era um tatu, vivendo seu melhor “rolê aleatório”.
Um “cidadão” acima de qualquer suspeita
Enquanto a cidade se recolhia, ainda desconfiada por causa da data, o protagonista da noite. registrado com exclusividade pelas lentes do Portal Rondon, caminhava com a segurança de quem parece dono da rua. Sem pressa, sem medo e sem dar satisfação a ninguém. Afinal, estilo ele já tem de sobra: uma armadura natural de respeito, pronta para qualquer sexta-feira 13.

Vale lembrar que, na imaginação coletiva, sexta-feira 13 é dominada por Jason Voorhees, o mascarado de Crystal Lake que já assombrou gerações no cinema. Mas, ao que tudo indica, nesta noite, quem tomou a frente da história em Marechal não precisava de máscara nem machado: bastava quatro patas, casco resistente e muito estilo.
O cenário poderia ser digno de um suspense de Hollywood. Só faltou a trilha sonora dramática. No lugar disso, talvez apenas o discreto “clic-clic” das unhas no pavimento.
Ele não corria.
Não se escondia.
Apenas… seguia seu caminho.
Por alguns segundos, alguém até pensou: “É uma sacola plástica se mexendo sozinha?” Mas não. Nem o azar da sexta-feira 13 é páreo para quem carrega a própria casa nas costas.
Patrulha ecológica ou turista urbano?
A pergunta que ficou no ar é: o que ele fazia ali?
Uma consulta de emergência?
Um lanche fora de hora?
Ou estaria apenas conferindo se o movimento noturno de Marechal é tranquilo para sua espécie?
Poderia ser pelo clima mais úmido, ou apenas curiosidade. Seja qual for o motivo, enquanto muita gente esperava sustos e histórias macabras, o maior “fenômeno” da noite acabou sendo um simpático tatu, de quatro patas e casco resistente e imune a qualquer superstição.
E assim terminou a sexta-feira 13 em Marechal: sem fantasmas, sem lendas… mas com uma boa história para contar.




