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“ACESSIBILIDADE NÃO É FAVOR É DIREITO!” Veja o vídeo do Vereador Suko em Marechal Rondon sobre o assunto
Acompanhe a jornada do parlamentar e veja como a falta de acessibilidade dificulta a vida dos cidadãos
Em uma iniciativa pessoal que gerou reflexão e um chamado à ação, o vereador Cristiano Luis Metzner (Suko) viveu na prática os desafios enfrentados por pessoas com deficiência. Após percorrer prédios públicos e comércios da cidade em uma cadeira de rodas, o parlamentar protocolou o Requerimento nº 314/2025, cobrando informações do Executivo Municipal sobre as condições de acessibilidade nos espaços públicos.
A experiência, compartilhada em uma série de vídeos nas redes sociais, revelou uma realidade dividida. Em sua jornada, o vereador constatou que, enquanto locais como o SINE são exemplos positivos de inclusão, outros, como os banheiros da própria Prefeitura, apresentam obstáculos que comprometem o acesso de cidadãos com mobilidade reduzida. “Acessibilidade não é favor, é direito”, destacou Suko em suas publicações.
No documento oficial, Suko busca esclarecimentos sobre diversos pontos cruciais para a inclusão na cidade:
- Paço Municipal: O vereador questiona quais adequações já foram realizadas no prédio da prefeitura, especialmente em relação às portas e banheiros, e se existe previsão para a instalação de sanitários adaptados para cadeirantes.
- Plano de Ação: Suko solicita informações sobre a existência de um plano de ação atualizado, elaborado pelo setor de Planejamento e pela Segurança do Trabalho, para promover a acessibilidade em todos os espaços públicos.
- Capacitação: Ele questiona quais medidas práticas foram implementadas com base no curso de acessibilidade que os engenheiros da Prefeitura participaram em 2023.
- Centro de Eventos: O vereador quer saber se há previsão para instalação de rampas ou elevadores no local, visando garantir o acesso a todos os cidadãos.
O vereador reforça que a acessibilidade é um pilar fundamental da inclusão social e que é “dever do poder público assegurar que todos os cidadãos possam usufruir dos serviços e espaços municipais com dignidade e autonomia”.




