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Comitê Olímpico dos EUA segue ordem de Trump e bane mulheres trans de competições femininas
Política anterior permitia participação de mulheres transgênero em desde que se enquadrassem nos critérios de elegibilidade internacionais de cada esporte
O Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos (USOPC) proibiu mulheres transgênero de participarem de competições femininas. A entidade mudou suas políticas internas de elegibilidade para seguir a ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump em fevereiro.
Nessa terça-feira (22), a USOPC enviou uma carta a todas as confederações filiadas para que sigam a nova política. A NCAA, entidade responsável pelo esporte universitário do país, já havia banido mulheres trans de competições femininas universitárias desde fevereiro.
A antiga política permitia a participação de mulheres trans em competições femininas desde que se enquadrassem nos critérios de elegibilidade internacionais de cada esporte.
Em 2021, o Comitê Olímpico Internacional (COI) definiu que cada federação de modalidade esportiva decidiria seus critérios sobre o tema. Desde então, as resoluções se deram na esfera do alto rendimento. Porém, a ordem executiva de Trump quebra o cenário por se tratar de um decreto governamental.
O republicano pressiona o COI para seguir sua resolução, inclusive nas Olimpíadas de Los Angeles, em 2028. A nova presidente do COI, Kirsty Coventry, ressaltou os esforços para “proteger a categoria feminina”.




