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Caso Edna Storari chega a fase de alegações finais; MP espera que os réus sejam levados a júri popular ainda em 2022
O promotor Caio Santana afirmou que a linha de investigação da Polícia Civil foi integralmente confirmada nessa fase do processo
Terminou ontem (03), durante a noite no Fórum de Marechal Cândido Rondon, a segunda audiência de instrução do caso do homicídio da empresária Edna Storari, que desapareceu em setembro do ano passado.
Foram ouvidas oito testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público; cinco testemunhas de defesa; além dos quatro denunciados que foram interrogados: o marido da vítima, Luiz Rissato; o filho de Luiz, apontado como partícipe intelectual na morte e autor do desaparecimento do corpo; além da filha e o genro de Luiz, que conforme a investigação – ajudaram no desaparecimento do corpo e na tentativa de apagar provas do crime.
“Encerramos a fase de instrução, agora o Ministério Público vai oferecer as alegações finais e após as defesas farão o mesmo e o juiz criminal da nossa comarca poderá ter subsídios para proferir uma decisão, que o MP espera que seja de pronúncia, levando os quatros réus à júri popular”
O promotor Caio Santana afirmou que a linha de investigação da Polícia Civil foi integralmente confirmada nessa fase do processo e que o MP tem convicção de que os réus devem ser levados à júri popular ainda no ano de 2022.
“A linha produzida na fase policial foi integralmente confirmada em juízo, o ministério público está convicto de que a linha sustentada na denúncia, aconteceu da forma como foi descrita. Portanto, nós vamos formalizar as alegações finais e aguardar serenamente o término dessa primeira fase. O MP está convicto e espera que ainda esse ano os réus sejam levados à júri popular e possam ser julgados pelo soberano conselho de sentença da comarca”
Portal Rondon com informações de Rádio Difusora




