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Grupo Prerrogativas debate sobre legalização da maconha; assista

Varejistas de cannabis estão autorizados a oferecer um cigarro pré-enrolado para clientes com 21 anos ou mais quando eles receberem sua 1ª ou 2ª dose de um imunizante contra a covid-19

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Circ OD/Pixabay
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O Grupo Prerrogativas promove, neste sábado (19), o debate “Legalização da Maconha: jurisprudência e autocultivo por pacientes”. O objetivo é discutir os impactos políticos, econômicos e sociais da descriminalização de drogas ilícitas.

A maconha é uma droga regulamentada para fins medicinais em cerca de 40 países. Segundo o Grupo Prerrogativas, os tratamentos envolvem a aplicação dos compostos ativos da maconha, os canabinoides, no controle de diversas afecções. Dores crônicas, epilepsia, autismo, Alzheimer, Parkinson, câncer, síndromes genéticas raras

Charles Pinturas

Uso farmacêutico, recreativo, na indústria alimentícia e na produção de bioplásticos são formalizados e estimulados em diferentes partes do mundo. O Uruguai foi o primeiro lugar a legalizar a produção, venda, cultivo e distribuição da cannabis. Mas há diferentes modelos aplicados em cada país. O objetivo do grupo é discutir quais são as possibilidades para o Brasil em comparação ao que é feito em outros ambientes.

Para o Grupo Prerrogativas, o potencial econômico também deve ser levado em consideração nesta discussão: “Graças a seu potencial terapêutico, a planta saiu da clandestinidade e se transformou em um dos mercados mais promissores. Conforme o mesmo documento da Prohibition Partners, a Cannabis medicinal deve movimentar US$ 62,7 bilhões até 2024”.

Os convidados são:

  • Cristiano Maronna, diretor do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM).
  • Sidarta Ribeiro, professor Titular de Neurociências do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
  • Emílio Figueiredo, fundador da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas e membro do Conselho Consultivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas.
  • Cecília Galício, advogada plena na Câmara de Comércio do Mercosul e União Latino América.
  • Gabriella Arima, integrante do Núcleo de Políticas sobre Drogas, Álcool e Saúde Mental da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP e Promotora Legal Popular pela União de Mulheres de São Paulo.

A mediação é feita por:

  • Gustavo Conde, jornalista, comunicador, editor do Blog do Conde, mestre em linguística pela Unicamp e membro honorário do Grupo Prerrogativas.

Bui Barbosa Rodapé
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