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Menina que ficou com o cabelo preso em sugador de piscina reencontra socorristas: ‘São anjos’, diz mãe

Valentina Oliveira Mançano, de 9 anos, ficou três minutos embaixo da água. Ela permaneceu 13 dias internada no hospital

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|Foto: Reprodução/RPC|
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A garota Valentina Oliveira Mançano, de 9 anos, que ficou com o cabelo preso em um sugador de piscina, reencontrou, na tarde de sexta-feira (24), os socorristas que salvaram ela. 

A menina permaneceu três minutos embaixo da água. O caso foi em novembro, em Doutor Camargo, norte do Paraná. Ela estava em uma chácara com amigos e familiares.

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Valentina ficou 13 dias internada no Hospital Universitário (HU) de Maringá, nove deles na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) sedada.

Lágrimas e alívio

O reencontro, que ocorreu na sede do Samu, foi marcado pela emoção. O comandante do Samu, Henrique Martins, que participou do resgate, não escondeu as lágrimas.

“É uma vitória ver ela bem, forte. É bem bacana. Eu me emociono porque é uma criança. É uma vitória”, disse.

O médico Thiago Persona, que também ajudou a salvar Valentina, relembrou o estado grave da garota.

“Era uma situação bem complexa, envolveu um trauma grave. Mas pudemos fazer a diferença na vida dela. A gente fica sensibilizado ao reencontrar ela após esse período traumático, e vendo ela tão bem”, afirmou em entrevista à RPC.

Rapidez no atendimento

Por conta da gravidade do quadro de Valentina, o transporte foi feito de helicóptero. Para o pai da menina, Josué Mansano, a agilidade fez toda a diferença para que a filha sobrevivesse.

“Hoje é só agradecer. Pra nós, é uma felicidade enorme conhecer o pessoal que salvou a Valentina”, disse.

Durante o reencontro, Valentina conheceu pela primeira vez o helicóptero em que foi levada ao hospital.

O transporte aeromédico do Samu opera em Maringá e região há 7 anos. Nesse período, foram mais de 4,5 mil atendimentos.

“Aquele dia foi um terror, e hoje estou vindo com ela com o coração cheio de gratidão. Eles (socorristas) são anjos, e que continuem com esse lindo trabalho de resgatar vidas”, comentou a mãe da menina, Érica Oliveira.

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