Domingo, 22 de Setembro de 2019 Fale Conosco Redação: (45) 9.9801-2350

Judô brasileiro é promessa de medalha no Parapan-Americano

PARAPAN-AMERICANO | 19/08/2019 | 17:11 |
No judô, o Brasil já conquistou 22 medalhas em parapans | Fotos: Tânia Rêgo/Agência Brasil |
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Falta menos de uma semana. Na próxima sexta (23), começam os Jogos Parapan-Americanos de Lima. E uma modalidade na qual o Brasil tem a expectativa de conquistar muitas medalhas é o judô. Nesta edição, o Brasil levará para a disputa 13 atletas dessa modalidade.

Além de um retrospecto positivo em outras edições do evento. A seleção brasileira realizou muitas fases de treinamento no decorrer de 2019, oportunidades nas quais reforçou a preparação e o intercâmbio entre novos valores e atletas mais experientes.

Um exemplo de jovem atleta beneficiado pelo contato com mais experientes é Giulia dos Santos. Segundo ela, o contato com colegas de quimono como Alana Maldonado e Ana Lúcia é especial:

“Trocamos experiência de vida principalmente, pois ficamos muito tempo juntos. Então acabamos nos tornando amigos para a vida. Me ajudaram desde o começo. Isso é uma experiência incrível”.

Esperança de medalha

Já entre os atletas mais experientes, o grande destaque é Antônio Tenório. O judoca de 48 anos participou das 3 edições do Parapan em que o judô esteve. E o brasileiro sempre foi ao pódio, com um ouro em 2007, uma prata em 2011 e um bronze em 2015.

E a expectativa para a atual edição do evento não é diferente, mesmo esperando dificuldades: “A gente espera cruzar com Estados Unidos. Já Cuba não sei se vai participar, mas se participar vem com bons judocas. São nossos dois maiores adversários. E eu pretendo estar entre os primeiros no pódio”.

Poucas adaptações

O judô paralímpico tem poucas adaptações. Todos os atletas possuem alguma deficiência visual. Eles são classificados em B1, B2 e B3. A sigla B1 significa o atleta cego total. Os atletas B2 percebem vultos. E os judocas B3 conseguem definir imagens.

Mas, apesar da classificação pela deficiência, a divisão das disputas é por peso, igual ao judô convencional. Durante a luta os atletas começam com a pegada já feita. E sempre que eles se separam o combate é paralisado. 

Com Agência Brasil

Assista também no programa Stadium da TV Brasil:

PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
INSCREVA-SE NA NOSSA NEWSLETTER E RECEBA AS PRINCIPAIS NOTÍCIAS POR E-MAIL