Eletrobras integra carteira do Índice Carbono Eficiente

 

A Eletrobras foi mais uma vez selecionada para compor a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3), divulgada ontem (4), pela B3. Esta é a 11ª carteira do índice, que já está em vigor e vale até 30 de abril. O ICO2 B3 reúne 62 ações de 58 companhias, pertencentes a 22 setores. Foram convidadas a participar as empresas que detêm as cem ações mais líquidas na B3 e que apresentaram formalmente seus inventários de emissões de gases de efeito estufa em 2020.

 

O número de empresas é 132% maior em relação à carteira que vigorou em 2020, que tinha 26 ações, de 25 companhias, na qual a Eletrobras também esteve listada. Criado em 2010, o ICO2 B3 tem o objetivo de ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil.

 

“A listagem da Eletrobras na carteira ICO2 se soma às nossas excelentes pontuações em outros questionários, tais como o CDP e o Vigeo Eiris, e na dimensão mudança climática do DJSI e do ISE/B3, evidenciando a compreensão pelo mercado de que a nossa empresa está preparada para a transição para uma economia de baixo carbono”, observa o gerente de Meio Ambiente da Eletrobras, Anibal Rodrigues.

 

Para a Eletrobras, o reconhecimento ao trabalho em prol de negócios sustentáveis está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 13 e 16 (Ação Contra a Mudança Global do Clima e Paz, Justiça e Instituições Eficazes), priorizados pela estratégia da companhia.

 

Relaciona-se ainda à divulgação do Inventário de Emissões de Gases de Efeitos Estufa das Empresas Eletrobras, às políticas Ambiental e de Sustentabilidade, assim como às boas práticas previstas no Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), iniciativa que busca a elaboração e a implementação de recomendações para a divulgação e análise de riscos e oportunidades relacionados às questões climáticas.

 

Metodologia

O peso de cada ação no índice considera a participação no IBrX 100 (cem ações mais negociadas no Mercado Bovespa), no qual os ativos são ponderados: (i) pelo valor de mercado do “free float” (ativos que estão em circulação) e a razão entre as emissões de gases de efeito estufa informadas no inventário para o ano-base (medidas em toneladas de CO2 equivalente – tCO2e) e (ii) a receita bruta reportada nas demonstrações financeiras padronizadas apresentadas no Brasil relativas ao mesmo ano-base.

 


Fonte: Agência de Notícias Eletrobras

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